Showing posts with label Pratos Leves_Light recipes. Show all posts
Showing posts with label Pratos Leves_Light recipes. Show all posts

Wednesday, June 4, 2014

O Vegetarianismo e o Tofu, um herói mal visto

Tofu grelhado com abobrinhas e cebola

 O Vegetarianismo teve início em civilizações orientais, especialmente hindus, há mais de mil anos atrás, em decorrência de sua crença em purificação e "contaminação" da carne com a energia do ser que um dia a habitou. Apenas no final do século XIX o vegetarianismo "ético" chegou com força ao Ocidente, tendo a "Vegetarian Society" inaugurada em 1847 e responsável por divulgar os benefícios e informações sobre a dieta vegetariana. Antes disso, alguns grandes pensadores na Antiguidade já se perguntavam se seria realmente necessário ao homem se alimentar de outros seres, e entre eles estão Pitágoras, Da Vinci, Newton, Voltaire... nomes de peso que lançaram ao mundo a possibilidade da humanidade crescer independente da morte de outros.
 Sobre Vegetarianismo, é importante dizer que existem vários tipos. O vegetariano estrito é aquele que não come nenhum produto de origem animal (carnes, aves, leite, mel ou ovos) e existem outros "subtipos" tais como os ovolactovegetarianos, pessoas que apenas não comem carnes de origem animal mas mantêm ovos, laticínios e mel em sua alimentação. Veganos, outro termo muito confundido hoje em dia, é aquele que pratica, além do vegetarianismo estrito, uma busca por não utilizar nada de origem animal (tarefa difícil, pois isso inclui artigos em couro, própolis, resinas naturais e até batom). Em geral, chamamos de vegetariano aquele que não come carne nenhuma, seja de boi, aves ou peixes. Ou seja, aquela sua amiga fresca que diz ser vegetariana porque "tirou carne vermelha da dieta" mas continua aniquilando qualquer outro ser que respire, não é vegetariana.
Bem, a alimentação vegetariana não é tão sem opções quanto pensam. Existem inúmeros legumes, vegetais, tubérculos, grãos e agora produtos substitutos de laticínios, tais como queijos e leites de soja, amêndoas e arroz, que não é difícil se adaptar. Importante, é claro, é que todas as pessoas que decidem em manter uma dieta vegetariana (especialmente se for estrita) é consultar um nutricionista ou médico antes. A retirada de carne da dieta pode, a longo prazo, causar deficiências de vitamina B12, cálcio e ferro, e assim há de se ter muitas fontes destes nutrientes na dieta, tais como brócolis, espinafre, cogumelos (shimeji e shitake), chia. Como fontes de proteína, feijões e soja são excelentes opções. Sobre os benefícios, uma dieta vegetariana é comprovadamente mais leve e ausente de gordura saturada e colesterol.
 O tofu (pronuncia-se tôfu), mais conhecido como queijo de soja, é um dos produtos mais utilizados na culinária vegetariana e tem fama injusta de ser pouco saboroso e "intragável". Sim, é verdade, o tofu tem sabor neutro e funciona bem como um coringa culinário, pois absorve bem os temperos que você utilizar e pode ser preparado cozido, grelhado ou mesmo comido cru. Quando compro tofu, e eu adoro, compro sempre o de consistência firme ou extra firme e o preparo normalmente na chapa, grelhado com os vegetais que estiverem na minha geladeira, temperado com azeite, sal, ervas e ás vezes um pouco de shoyu. Você pode adicionar um ovo e criar um "super mexidão protéico", que tal?




Ingredientes (serve um esfomeado):

2 flores de brócolis
1 flor de couve flor
Meia cebola pequena
2 cenouras baby
Meio tofu (120 g) extra firme
Meia abobrinha
1 ovo
Meia colher de café de sal
Meia colher de café de pimenta calabresa
Uma colher de óleo vegetal
Queijo ralado opcional

Modo de preparo:

Numa panela, refogue a cebola em óleo vegetal até estar macia. Junte os vegetais com um pouco de água e deixe cozinhar por 5 minutos ou até estarem macios. Junte o tofu e deixe grelhar por mais 3 minutos, ate estar dourado. Junte um ovo batido, tempere com o sal e a pimenta e misture bem até o ovo estar bem cozido. Sirva com queijo ralado polvilhado.


O de consistência firme é firme mesmo!










_______________________________________________ 


 Vegetarianism began in Oriental civilizations, especially Hindus, for over a thousand years ago, due to their belief in purification and "contamination" of the meat with the energy of the life which lived in there. Only in the late nineteenth century "ethical" vegetarianism came forcefully to Ocident, with "Vegetarian Society" opened in 1847 and being responsible for disseminating information about the benefits of the vegetarian diet. Before that, some great thinkers wondered if it was really necessary for man to eat other beings, and among them are Pythagoras, Da Vinci, Newton, Voltaire ... big names who launched the world the possibility of humanity grow separate the death of others.
Is important to say that there are several types of vegetarianism. Strict vegetarian is one who eats no animal products (meat, poultry, milk, honey or eggs) and there are other "subtypes" such as egg dairy vegetarians, people who just do not eat meat of animals but retain eggs, dairy and honey in their diet. Vegan, another term often confused today, is one who practices beyond the strict vegetarianism, and search not to use anything of animal origin (difficult task because it includes leather goods, propolis, natural resins and even lipstick). In general, we call a vegetarian who does not eat any meat, either beef, poultry or fish. So, your cool friend who claims to be vegetarian because "does not eat red meat" but continues annihilating any other being that breathes, is not vegetarian.
Well, vegetarian food is not so rare of options as they think. There are numerous vegetables, fruits, tubers, grains and now a lot of substitutes of dairy products such as soy, almonds and rice milks and cheeses, which is not hard to adapt. Important, of course, is that all people who choose to maintain a vegetarian diet (especially if strict) might consult a nutritionist or doctor before. The withdrawal of the meat may in the long term diet, cause deficiencies of vitamin B12, calcium and iron, and so vegetarians must have sources of these nutrients in the diet, such as broccoli, spinach, mushrooms (shimeji and shitake), chia. As sources of protein, beans and soy are excellent choices. On benefits, a vegetarian diet is demonstrably lighter and absent in saturated fat and cholesterol.
 Tofu (pronounced tôfu), better known as soy cheese, is one of the most used products in vegetarian cuisine and has unfair reputation for being unappetizing and "inedible". Yes, it is true, tofu has a neutral flavor and works well because it absorbs all seasoning you use; it can be prepared baked, grilled or even eaten raw. When I buy tofu, and I love, I always buy the firm or extra firm consistency and prepare normally on a grill with vegetables that are in my fridge, seasoned with olive oil, salt, herbs and sometimes a little soy sauce. You can add an egg and create a "super protein mix". How about that? 
Ingredients (serves one hungry):

2 flowers broccoli
1 flower cauliflower
Half small onion
2 baby carrots
Medium tofu (120 g) extra firm
Half zucchini
1 egg
Pinch of salt
Pinch of red pepper flakes
One tablespoon of vegetable oil
Optional grated cheese

Preparation:

In a saucepan, saute onion in vegetable oil until soft. Add the vegetables with a little water and cook for 5 minutes or until soft. Add the tofu and let grill for another 3 minutes, until golden. Add beaten egg, season with salt and pepper and mix well until the egg is well cooked. Serve sprinkled with grated cheese.

Thursday, May 22, 2014

Torta fingida de batata doce ("Feinted" sweet potato pie)




 Ela é a queridinha do momento, todos estão falando nela, nas academias e salões de beleza por aí. Não, não estou falando de Bruna Marquezine ou Kim Kardashian, estou falando de batata doce. Há muito tempo quase esquecida, a batata doce virou moda entre nutricionistas e marombeiros de plantão. Isso porque apesar de ser batata, da família dos tubérculos como qualquer outra, se descobriu que a batata doce possui índice glicêmico menor que a maioria dos carboidratos. O que é isso? É a rapidez com que um alimento é transformado em glicose e a rapidez com que, caso não seja gasto, é estocado em forma de gorduras e triglicérides. Quanto maior o índice glicêmico de um alimento, mais rápido ele é transformado em glicose e assim, menos tempo nós temos para praticar atividades que queimem tanta energia. No caso dos alimentos integrais, tais como arroz e trigo integrais, a glicose demora mais para se formar, exige menos insulina do corpo e de quebra, há uma chance maior de não ser rapidamente estocada como gordura. Por isso a preferência de nutricionistas por alimentos integrais e não por alimentos oriundos da farinha branca simples. E com a batata doce também funciona assim, ela é um carboidrato do Bem!
 Sendo assim, tenho testado receitas que incluam esse tubérculo. O interessante é que ela é firme e proporciona ser moldada em muffins e tortinhas "fingidas" como essa. Acompanhada de proteína magra (como peito de frango) e verduras, constitui uma refeição completa e saudável.
Ingredientes (rende quatro pedaços generosos):
2 batatas doces orgânicas grandes
1 ovo
3 folhas de couve
1 colher de cottage ou iogurte natural
1 colher de café de sal
1 colher de café de óleo de coco
Modo de preparo:
Cozinhe as batatas descascadas em uma panela com água fervente por cerca de vinte minutos, ou até ela estarem bem molinhas. Escorra a água e com a ajuda de um espremedor, esprema as batatas até obter um purê. Reserve.
Em uma frigideira, aqueça o óleo de coco e nele refogue a couve. Assim que estiver bem cozida, junte a couve ao purê das batatas. Adicione o ovo e o cottage, mexendo bem para incorporar na massa e finalize temperando com  sal. Coloque a massa em uma fôrma retangular (se desejar pode polvilhar queijo ralado antes para gratinar) e leve ao forno pré aquecido (180 C) por 20 minutos, ou até estar com as bordas douradas.





__________________________________________


 She is the name of the moment, everyone is talking about her, in gyms and beauty salons around. No, I'm not talking about Bruna Marquezine or Kim Kardashian, I'm talking about sweet potatoes. Almost forgotten for a long time, sweet potato became fashionable among nutritionists and gym guys. That's because despite being a potato from the tuber family like any other, it was discovered that sweet potatoes have less  glycemic index than most carbohydrates. What's this? It's how quickly a food is converted into glucose and, if not "spent" by our bodies, it is stored in the form of fats and triglycerides. The greater index, faster a food is turned into glucose and thus we have less time to practice activities that burn so much energy. In the case of whole foods, such as rice and whole wheat, glucose takes longer to form, requires less insulin from the body and there is a greater chance of not being quickly stored as fat. Hence the preference of nutritionists for whole foods and not food from the simple white flour. And this also works with sweet potato, it is a Good carbohydrate!
 So I tested recipes that include this tuber. The interesting thing is that it is firm and can be shaped into muffins and tartlets like this. Accompanied by lean protein (chicken breast) and vegetables, is a complete and healthy meal.
Ingredients (yields four generous pieces):
2 large organic sweet potatoes
1 egg
3 kale leaves
1 tablespoon of plain yogurt or cottage
1 teaspoon of salt
1 teaspoon of coconut oil
Preparation:
Cook the peeled potatoes in a saucepan of boiling water for about twenty minutes, or until it be well soft. Drain the water and with the help of a mauler, squeeze the potatoes until a puree. Let rest.
In a skillet, heat coconut oil and saute the kale in it. Once well cooked, add the kale to the mashed potatoes. Add the egg and cottage, stirring well to incorporate into batter and finish seasoning with salt. Place dough in a rectangular pan (if you want you can sprinkle grated cheese before browning) and bake in preheated oven (400 C) for 20 minutes or until golden on edges.

Wednesday, April 30, 2014

Ideias para saladas, e um monstro chamado Obesidade (Salad ideas, and a monster called Obesity)








 Venho de uma família predominantemente magra e de bons hábitos alimentares. Quando criança eu adorava purê de batatas e pãezinhos "Seven Boys", bem calóricos acrescidos de manteiga, e assim fui uma criança forte, meio barrigudinha, mas não obesa. Com a passagem do tempo os hormônios endireitaram meu corpo e meu comportamento, e apesar do gosto por azeites e pães (heranças italianas e portuguesas) sou uma adulta magra, saudável. Além da boa genética, devo isso ao fato de ter aprendido a comer direito; Sempre tivemos legumes, carnes e frutas na dieta, além do hábito familiar de almoços e jantares juntos. Nunca foi comum na casa aonde cresci com meus pais, jantar um saco de bolachas em frente à TV. Devo então alguns bons hábitos a eles.
 É conhecido mundo afora o problema existente nos EUA relacionado à obesidade. Vivo hoje no país com a maior população obesa do mundo, e isso é palpável em qualquer lugar aonde vamos, seja no supermercado ou na Disney, sempre encontramos alguém lutando com a balança. Bem, se estiver lutando contra já é ótimo, o problema é que muitos destes obesos não estão descontentes com seus pesos e não estão dispostos a mudarem seus estilos de vida. A obesidade é cultural.
 Fatos: um terço dos norte - americanos são obesos. Alguns estados mais magros possuem índice de obesidade de 20% (tais como o Colorado) e em outros a obesidade já atinge 35% da população, o que acontece atualmente na Louisiana. O aumento nos índices de obesidade foi assustador de 1990 para 2010, ano em que nenhum Estado americano possuía índice de obesidade menor que 15%, considerado ideal.





 Outro dado interessante é que o nível de educação não interfere na prevalência da obesidade entre homens, apenas em mulheres. Pesquisa recente mostra que mulheres com diploma superior são menos obesas que outras, porém dentre os homens a obesidade independe de nível social. Os obesos geram $ 150 milhões em despesas médicas ao governo americano anualmente, em razão de seus problemas cardíacos, ortopédicos e endócrinos.
 Entender o por quê isso acontece é parte fundamental para se descobrir soluções. Primeiramente, como grande país industrial, os EUA têm acesso a comida processada mais barata. É o país onde nasceu o "fast food", restaurantes aonde a comida é rápida e barata, porém rica em gorduras e carboidratos.Vemos aqui algo chamado "value meal", aonde a pessoa paga $ 1 por um sanduíche de hambúrguer e bacon. Solução para pobres esfomeados, porém um risco para a saúde quando consumido diariamente. E falando em diariamente, um terço das crianças americanas consomem uma refeição "fast food" todos os dias. Isso tem contribuição das escolas, que serviam refrigerantes, sucos "de caixinha" e sanduíches na merenda dos jovens; Sabe - se que o açúcar tem uma ação viciante semelhante à cocaína, então a criança que cresce comendo isso, provavelmente se tornará um adulto que procura açúcar por toda a vida. Pesquisas ainda mostram que o consumo elevado diário de açúcares podem ocasionar alterações em genes de controle hormonal. Sabe aquela pessoa que diz fazer tudo para emagrecer e não consegue? Taí uma explicação.
 Além da dieta, outra causa para essa alta prevalência de obesidade é o sedentarismo. Como país tecnológico e industrial que é, os EUA disponibilizam aos seus cidadãos computadores, TVs, celulares, tablets e videogames a preços acessíveis, o que resulta num tempo enorme dos americanos em frente à uma tela. Atividades externas devem ser estimuladas, e é o que também tenta fazer a (linda) primeira dama Michelle Obama através do projeto "Let's Move" (conheça aqui). 
 O projeto Let's Move traz essa gama de soluções para as crianças, prevenindo que os índices de obesidade aumentem ou se mantenham tão altos no futuro. Já existem Estados que proibiram o oferecimento de refrigerantes, salgadinhos e doces nas escolas, incluíndo frutas e verduras na merenda. Já em 2006 um "tratado" entre fabricantes de refrigerantes como Pepsi e Coca Cola foi assinado, banindo a venda de refrigerantes com mais de 350 ml em escolas americanas. 
 O mais interessante é observar que a obesidade é sim cultural, entranhada nos hábitos alimentares e comportamentais das famílias. Nas minhas muitas visitas aos supermercados daqui fico encantada com a quantidade de produtos saudáveis à disposição: verduras orgânicas, castanhas, sucos de frutas sem açúcar, iogurtes, além de produtos para dietas especiais como farinhas sem glúten, adoçantes culinários, queijos e carnes de soja para vegetarianos. Ou seja, estar saudável é uma opção. Se você opta pelo salgadinho frito de batata na prateleira do supermercado, e não o assado de arroz ao lado, não reclame de suas artérias entupidas anos depois. É claro, não devemos ser fanáticos para nada, na minha opinião. Adoro um sorvete, um hambúrguer, como sim uma batata chips, mas não todos os dias. Há muito sabor em uma posta de salmão, numa salada fresquinha, numa banana temperada com muita canela! Concordam?


Opções variadas de farinhas sem gluten, mais leves (Ligther, gluten free flour options)

Pães sem gluten são comuns, e não caros (Gluten free breads are common and aren't expensive)

Brotos, bom para dar crocância às saladas (Sprouts, good to give crispness to salads)

Amêndoas tostadas com pouco sal, boa opção de lanche (Roasted almond little salted, a good snack option)



Sobre saladas, aprendi com Jamie Oliver que quando acrescidas de elementos "crocantes" elas ficam muito mais interessantes. A ideia é que a salada seja sempre a união de 1 folha + 1 legume (ou fruta) + 1 parte crocante + 1 proteína, sempre com pouca gordura. Estou deixando abaixo três idéias! Xô obesidade!

Salada ideia 1:

Rúcula picada
1 tomate cortado, sem sementes
Meia xícara de queijo feta
Acompanhar com molho de frutas vermelhas (com sementes de romãs, antioxidantes naturais)


Salada ideia 2:

Flores de brócolis
Folhas de alface romana
Tomate picado, sem sementes
Beringela grelhada (só temperada com azeite e sal)
Brotos
Algumas uvas rosadas
Meia xícara de queijo feta 



Salada ideia 3:

Alface americana picada
Cenoura ralada
Pêras em lâminas
Peito de frango
Chips de cebolas assadas


_________________________________________________

I come from a predominantly "lean" family with good eating habits. As a child I loved mashed potatoes and  "Seven Boys" little breads (a Brazilian brand) increased in calories with butter, and so I was strong with a little fat belly, but I wasn't an obese child. With the passage of time, hormones fixed my body and my behavior, and despite my love for olive oils and breads (Italian and Portuguese heritage), I'm a thin, healthy adult. Besides good genetics, I owe it to having learned to eat right; We always had vegetables, meats and fruits in the diet, beyond the familiar habit of lunches and dinners together. It has never been common in the house where I grew up with my parents, dinner a bag of cookies in front of the TV. I owe them some good habits.
 It is known world over the existing problem in the U.S. related to obesity. I'm living now in the country with the most obese population in the world, and this is palpable everywhere we go, whether at the supermarket or at Disney, we always find someone struggling with balance. Well, if you're fighting is already great, the problem is that many of these obese are not unhappy with their weight and are not willing to change their lifestyles. Obesity is cultural.
 Facts: one-third of North - Americans are obese. Some leanest states have obesity rate of 20% (such as Colorado) and in other obesity now affects 35% of the population, which currently happens in Louisiana. The increase in obesity rates had a scary increase between 1990 to 2010, the year in which no U.S. state had less than 15% obesity rate, considered ideal.

Another interesting finding is that the level of education does not affect the prevalence of obesity among men, only in women. Recent research shows that women with a college degree are less obese than others, but among men, obesity is independent of social status. Obese generate $ 150 million in medical costs to the U.S. government annually, due to cardiac, orthopedic and endocrine problems.
 Understanding why this happens is critical to find solutions. First, as a major industrial country, the U.S. has access to processed and cheaper food.It is the country where  "fast food" were born, restaurants where the food is fast and cheap, but rich in fats and carbohydrates. We see here something called "value meal", where the person pays $ 1 for a burger and bacon sandwich - good solution for starving poor, but a risk to health if consumed daily. And speaking of daily, one-third of American children consume a "fast food" meal every day . This is a contribution of schools, that serves soft drinks, "canister" sweet juices, sandwiches and snacks; Are known that sugar has a similar action to cocaine in addiction, therefore the growing child that eat this,  is likely to become an adult that looks for sugar all life. Surveys also show that the daily high intake of sugars can cause changes in hormonal control genes. You know a person who says doing everything to lose weight and fail? Now there's an explanation.
 Apart from diet, another cause for this high prevalence of obesity is the sedentary lifestyle. As technological and industrial country, the U.S. provide their citizens with computers, TVs, mobile phones, tablets and video games at affordable prices, resulting in huge time americans spend in front of a screen. Outdoor activities should be encouraged, and that's also what the (beautiful) first lady Michelle Obama via the "Let's Move" (project know here ) is trying to do.
 The Let's Move project brings such a range of solutions for children, preventing obesity rates to rise or remain this high in the future. There are already states that have banned the offering of drinks, snacks and candy in schools, and including fruits and vegetables in meals. Already in 2006, a "treaty" between manufacturers of soft drinks such as Pepsi and Coca Cola was signed banning the sale of soft drinks with more than 12 oz in American schools. 
 It is most interesting to note that obesity is rather cultural, ingrained in dietary and behavioral habits of families. In my many visits to supermarkets here I am delighted with the amount of healthy products available: organic vegetables, nuts, unsweetened fruit juices, yogurts, as well as products for special diets such as gluten free flours, culinary sweeteners, soy cheeses and meats for vegetarians. So, being healthy is a choice. If you opt for the fried potato crisps on the supermarket shelf, not the roast rice on the side, do not complain about your clogged arteries years later. Of course, we should not be fanatics for nothing, in my opinion. I love ice cream, burger and potato chips, but not every day. There is so much flavor in  salmon, in a fresh salad, and in a banana seasoned with a lot of cinnamon! Agree?
 About salads, I've learned from Jamie Oliver that when they're added with "crunchy" elements they become much more interesting. The idea is that the salad is always the union of 1 leaf+ 1 vegetable (or fruit) + 1 part crunchy + 1 protein, always low fat. I'm leaving three ideas below! Stay away, Obesity!

Salad Idea 1:

Chopped arugula
1 sliced ​​tomato, seeded
Half a cup of feta cheese
Serve with sauce of red fruit (pomegranate seeds, natural antioxidants)

Salad Idea 2:

Flowers of broccoli
Leaves of romaine lettuce
Chopped tomatoes, seeded
Grilled eggplant (only with olive oil and salt)
Sprouts
Some red grapes
Half a cup of feta cheese 

Salad Idea 3:

Chopped iceberg lettuce
Grated carrot
Pears on slides
Chicken breast
Roasted onions chips


Monday, July 9, 2012

Festival da Ricota aqui em casa parte I: Torta Salgada



 Comprei ricota pra fazer uma torta doce pra minha avó, que fazia 82 anos ontem. Hoje ainda tinha uma embalagem fechada da tal ricota dado sopa na geladeira, então apelei para a praticidade e fiz essa tortinha salgada, super rápida e leve. É uma boa opção para pessoas em dieta, por ser pouco calórica. Você pode decorar com o que quiser - no meu caso usei tomates cereja, azeitonas e temperos frescos para dar "cor". 

Ingredientes (para 3 pessoas)

500 g de ricota fresca 
1 copo (200 ml) de leite desnatado
1 colheres de sopa de azeite de oliva
2 ovos
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
Sal, pimenta do reino e páprica a gosto
Tomate cereja, azeitonas e folhas de manjericão e salsa para decorar

Modo de preparo

Simples: bata tudo no liquidificador - a ricota, o leite, o azeite, os ovos, o queijo ralado. Tempere com sal, pimenta do reino e uma pitada de páprica. Despeje a massa num refratário, decore com os ingredientes restantes e leve para assar por 35 minutos (forno médio a alto). Sirva com salada de folhas. 

Bom apetite!






Tuesday, November 15, 2011

Lasanha de Beringela



 Adoro pratos com beringela, mas faço raramente porque o super marido não gosta. Aproveitei que no feriadão de hoje o coitado foi trabalhar e preparei essa lasanha de beringela pra mim, num momento bem "self care" - nada como um presente para nós mesmos! Lembrando que a beringela é um vegetal rico em proteínas, vitaminas do complexo B e vitamina C, além de ser pouco calórica e saborosa, portanto uma ótima escolha em dietas vegetarianas. Estudos recentes comprovam que a beringela reduz níveis glicêmicos (combatendo a diabetes) - não há motivos para não consumi-la!

Ingredientes (para duas pessoas ou um único esfomeado)


1 beringela grande, descascada e cortada em fatias bem finas

250 g de queijo prato cortado em fatias finas
1 lata de molho de tomate com 340 g
1 colher de sopa cheia de orégano
1 ramo de alecrim fresco
1/2 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 colher de café de pimenta do reino
Sal a gosto
Queijo parmesão ralado a gosto
*Pitada de açúcar (opcional)

Modo de preparo


 Numa panela, prepare o molho de tomate. Aqueça o azeite. Nele refogue a cebola e o alho picados até dourarem. Junte o molho de tomate, temperando em seguida com a pimenta, o orégano, o alecrim e o sal. Prove o molho, e se ele estiver ácido adicione uma pitada de açúcar. Reserve.

 No fundo de um refratário, coloque um pouco do molho. Por cima disponha fatias de beringela, e por cima da beringela coloque as fatias de queijo, adicionando molho por cima. Vá alternando as camas dessa forma, até finalizar com queijo. Polvilhe com parmesão ralado e leve ao forno médio por cerca de 40 minutos, até gratinar. Bom apetite!


E você, gosta de beringela?







Wednesday, January 19, 2011

Salada Crocante

 Hoje o blog não traz uma receita, e sim uma idéia, um conceito. Há muito tempo que as pessoas utilizam croutons nas saladas, aquelas torradinhas saborosas, que trazem crocância às saladas que acompanham. Pois bem, ontem fui preparar minha salada "noturna" (ando numa fase meio light) e tive a idéia de adicionar soja torrada ao prato. Ficou super gostoso, bonito, e trouxe uma interessante diferença de texturas. Assim, quem gostar pode adicionar nozes picadas, castanhas do pará, avelãs...eu adoro! Segue abaixo receitinha simples, mas os ingredientes podem ser mudados ao gosto do freguês, é só ter criatividade!

Ingredientes


1 maço de alface roxa
1 bola de alface americana
1 tomate caqui
azeitonas verdes
60 g de soja torrada
Azeite de oliva e sal a gosto

Modo de preparo

Lave bem as folhas e o tomate. Pique as folhas e corte o tomate dispondo-os numa travessa. Decore com azeitonas e polvilhe a soja torrada. Tempere com azeite de oliva e sal e sirva em seguida.